A máfia verde: ambientalismo a serviço do governo mundial PDF Imprimir E-mail
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Esclarecimentos

Por Manoel Soriano Neto

Máfia verde: o ambientalismo a serviço do Governo Mundial se constitui em uma excelente obra, que retrata e denuncia minuciosamente, ao longo de onze capítulos e mais de trezentas páginas, uma sofisticada e bem articulada organização político-econômica, em escala mundial, capitaneada pela oligarquia anglo-americana, que patrocina inúmeras Organizações Não Governamentais (ONGs), como: a Fundação Ford, Fundação Rockefeller, Fundação MacArthur, Fundo Mundial para a Natureza (WWF) e Greenpeace, entre outras.

 

As inúmeras ONGs patrocinadas pela oligarquia anglo-americana recebem uma agenda de ações para ser empregada, em especial nos países do Terceiro Mundo, como por exemplo o Brasil, em face de sua importância geopolítica e estratégica no mundo e também pelas suas incomensuráveis riquezas naturais, materializadas principalmente pela Região Amazônica (historicamente alvo de cobiça internacional).

Segundo consta no supracitado livro, o Governo Mundial vem buscando criar uma nova ordem mundial a fim de que melhor possa controlar cerradamente os governos dos países do Terceiro Mundo para poder se apoderar tacitamente das riquezas naturais de seus povos. Este controle também é extensivo às populações destas nações as quais devem ser manipuladas a adotarem comportamentos favoráveis à agenda globalista, como ambientalismo, indiginismo, preservação ambiental, gayzismo, abortismo e criação de área ambiental, entre outros.

As inúmeras ONGs nacional e internacional patrocinadas pelo Governo Mundial são incumbidas de pressionar e até mesmo impor aos governos dos países do Terceiro Mundo uma infundada, inescrupulosa e apátrida agenda ambientalista e de direitos humanos, que uma vez efetivamente posta em execução inviabiliza totalmente desenvolvimento sócio-econômico nacional, colocando em risco o futuro do País como nação soberana.

Tendo em vista que as riquezas minerais são finitas e paulatinamente estão se exaurindo, o Governo Mundial vê com muita preocupação este problema e com isso vem buscando estrategicamente se apoderar e controlar das reservas minerais dos países do Terceiro Mundo por intermédio de suas ONGs.

Intensas e vultuosas campanhas publicitárias de desinformação são patrocinadas, inclusive por governos nacionais, no sentido de seguir caninamente a agenda globalista do Governo Mundial. Com isso, irresponsavelmente propala uma radical preservação do meio ambiente, criação de reservas indígenas e unidades de conservação ambiental, o que gera a criação de um psicótico senso comum em volta destas temáticas, seduzindo à sociedade como um todo a defender e professar , como inocentes úteis, os objetivos estratégicos do Governo Mundial.

O livro ainda relata que durante os governos militares as ONGs do movimento ambientalista internacional não tiveram sucesso no País, já que a orientação desenvolvimentista daquele período somado ao antimalthusianismo nacionalista dominante no Itamaraty não propiciaram um terreno fértil para os séquitos dos movimentos ambientalistas.

Com a "redemocratização"do País a partir de 1985, o movimento internacional ambientalista ganhou força no Brasil e encontrou as "fronteiras" abertas para sua ideologia, já que os governos civis cederam às pressões internacionais e com isso as ONGs nacionais e internacionais se proliferaram e passaram a impor e a pressionar aos governos nacionais seguirem as agendas do Governo Mundial.

Interessante que no livro Máfia Verda apresenta uma transcrição de uma entrevista ocorrida em 1983, do Sr Thomas Lovejoy, ativista do renomado movimento ambientalista WWF. Nesta entrevista, ele falou abertamente sobre os objetivos da estratégia ambientalista:

Certamente. Mas isso não significa que somos contra o desenvolvimento. Somos contra o desenvolvimento descuidado. Quem você pensa que sou? Você sabe realmente quem sou? Sou o presidente do comitê executivo da diretoria da (seguradora) Metropolitan Life.Você sabe quem é realmente Russel Train (na época, presidente do WWF-EUAe ex-alto funcionário da OTAN)? Quem, diabos, você que faz investimentos no setor em desenvolvimento? Quem ganha dinheiro? Dê uma olhada na diretoria do WWF e você encontrará os líderes da comunidade empresarial e financeira! Somos nós que investimos. Lucramos e queremos continuar assim- ao mesmo tempo em que estamos protegendo os animaizinhos...O maior problema são estes malditos setores nacionalistas desses países em desenvolvimento. Esses países pensam que podem ter o direito de desenvolver seus recursos como lhes convêm. Eles querem se tornar potências, estados soberanos e elaboram suas estratégias....Nós achávamos que podíamos controlar melhor as coisas argumentando com esses líderes, esses tolos nacionalistas. Superestimamos a nossa capacidade de controlar, sem dúvida. Não, o problema real é este nacionalismo estúpido e os projetos de desenvolvimento aos quais leva. Não é fácil. Antes de tudo, precisamos ter certo controle sobre os ministros de planejamento nestes países, especialmente os países maiores. .......Os brasileiros- e eu sei disto de uma experiência de 17 anos-pensam que podem desenvolver a Amazônia, que tornar-se superpotência. Vivem de peito estufado com isso. Portanto, você tem de ser cuidadoso. Você pode ganhá-los com pouco. Deixe-os desenvolver a bauxita e outras coisas, mas restruture os planos para reduzir a escala dos projetos de desenvolvimento energético alegando razões ambientais.

Infelizmente, o livro nos mostra e alerta de forma muito contundente e convincente as verdadeiras artimanhas que estão sendo deliberadas e gestadas pela oligarquia anglo-americana no sentido de pressionar o Governo brasileiro a seguir incondicionalmente a uma dominadora e hegemônica agenda internacional, que obstaculiza plenamente o nosso desenvolvimento sócio-econômico, chegando até a comprometer a nossa plena soberania e o futuro das próximas gerações.

Este livro deveria ser amplamente difundido para que um crescente número de pessoas formadores de opinião tomem conhecimento da latente ameaça aos interesses nacionais.

Todo brasileiro deve ser vigilante e atento às potenciais ameaças internas e externas que rondam nosso País, já que desde a sua gênese o Brasil vem sendo alvo de intensas e permanentes cobiças internacionais, antes veladas e agora ostensivas, em face de suas amplas e diversificadas potencialidades naturais.

 

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